Programa Computador Portátil para Professores será lançado nesta  sexta-feira. Notebooks poderão ser comprados nos Correios.

Fonte: COMPUTERWORLD 03 de julho de 2008 - 17h22

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançará nesta sexta-feira (04/07),  às 10h o programa “Computador Portátil para Professores”.

Nos moldes da iniciativa “Computador para Todos“, o objetivo é vender laptops com preços reduzidos para professores, usando como rede de distribuição as agências dos correios e bancos associados ao
programa.

Podem participar do programa laptops de até 1 mil reais, com memória RAM de 512MB, HD de 40GB, tela LCD de 14 polegadas e WiFi. O equipamento também deverá vir com 27 aplicativos em software livre e terá instalado um software educacional chamado Linux educacional.

De acordo com Nelson Fujimoto, assessor especial da presidência da república, 10 fabricantes de laptops já se mostraram interessadas em participar do programa e quatro já têm produtos com as configurações
determinadas pelo governo federal. Fujimoto, no entanto, não quis informar quais são essas empresas.

“Se a empresa quiser oferecer um produto com uma configuração superior, tudo bem. Não pode superar o preço e diminuir as configurações”, afirma.

Os computadores portáteis poderão ser adquiridos em agências dos correios, à vista, ou em bancos credenciados junto ao governo para participar do programa. Neste caso, o equipamento poderá ser financiado. Uma portaria do Ministério da Educação e Cultura estabelecerá os documentos que o professor
deverá apresentar para comprar o notebook.

“A grande vantagem do projeto é justamente a capilaridade dos correios e das agências bancárias”, diz Fujimoto.

Durante o mês de agosto, o programa estará em testes, com o credenciamento das instituições financeiras que participarão da iniciativa. Em setembro, será lançado nas capitais brasileiras e em outubro em todas as cidades do País.

O projeto é voltado para 3,4 milhões de professores dos ensinos básico, profissional e universitário da rede pública e privada. Fujimoto não tem estimativas do número de docentes deverão comprar laptops por meio da iniciativa.